A MORTE DE UM HOMEM FEIO - ESTREIA 20 DE MARÇO DE 2012

no ESPAÇO BRUTO - FÁBRICA SOCIAL/FUNDAÇÃO ESCULTOR JOSÉ RODRIGUES

MAPAS:






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A MORTE DE UM HOMEM FEIO


Datas_
20 a 27 de Março às 22h
Local_
Espaço Bruto/Fábrica Social Escultor José Rodrigues
Rua da Fábrica, Porto
Ver mapa aqui
Reservas_
931608454
Sinopse_
O que acontece, o que deveria acontecer, o que aconteceu - um acidente - o que poderia ter acontecido, o que vai acontecer... está aí alguém? "De repente ficou tudo escuro e penso que por instinto os nossos corpos se protegeram… um no outro, como animais. (...) Foi ele quem disse que tínhamos acabado de assistir à morte (...)"; não devia ter pegado no carro naquela noite, da mesma maneira que ela não devia ter estado com... quem disse que morreu? Diz-se que morreu uma lâmpada, um homem feio.
Ficha técnica_
Produção A Vintena Vadia - Grupo de Teatro
Texto A. Branco
Direção e Encenação Paulo Mota
Interpretação Andreia Mota, Avelina Vieira, Carla Guedes, Filipe Taxas, Luísa Barbosa, Maria José Gonçalves, Miguel Rubim, Paula Dias, Virgínia Silva
Desenho de Luz Cárin Geada
Sonoplastia Fábio Ferreira
Cenografia e Figurinos A Vintena Vadia - Grupo de Teatro
Design Gráfico Cristovão Carvalheiro
Maquilhagem Sónia Costa
Spot Vídeo e Fotografias Inês Meneres

Novamente em cena...

Conserto - presente do indicativo de consertar; acto ou efeito de consertar; arranjo; reparação; arremedeio.

Dramaturgia / Encenação: Miguel Ramos
Interpretação: Vintena Vadia & Miguel Arruda

Dias 23, 24 e 25 de Fevereiro; 2,3 e 4 de Março - 21h45.
Grupo Musical de Miragaia, Escadas do Caminho Novo s/n - Porto

Devido à limitação física do espaço, ACONSELHA-SE A RESERVA DE BILHETE através de 931608454 ou vintenavadia@gmail.com


A Vintena Vadia convida para...

Nova temporada para CONSERTO: dias 8,9,11 de Julho às 22h15 no Gato Vadio: Info e reserva necessária - 931608464 ou vintenavadia@gmail.com. Vem vadiar :)

Adeus Dr Shuller!

Agradecemos aos que adoraram, aos que fugiram, aos que se identificaram, riram, bocejaram, aos que se inspiraram, desistiram e aos que, simplesmente, estiveram lá; enfim, a todos os que não ficaram indiferentes. Continuamos à espera do Dr. Schuller e dos vossos comentários.

em C E N A...


DANÇA DE RODA

de ARTHUR SCHNITZLER

m/16 anos

Espectáculos
26,27,28 de Novembro
3,4,5, e 9,10,11 de Dezembro
às 22h, no Villa Community, na Travessa dos Congregados, nº 64
(viela atrás da Casa da Sorte)

Bilheteira
Reservas: 931608454
(das 10h às 18h)
Bilhete normal 6E
Estudante 4E


Dramaturgia
A dramaturgia circular da peça é um símbolo da peregrinação eterna à procura da felicidade e também um símbolo do espanto da mecânica de um corpo com alma. Schnitzler mostra sempre o homem na procura. Os medos das dez personagens (da prostituta ao Conde) estão sempre presentes, o medo do escuro, o medo dos outros, o medo de estar a ser vigiado, o medo de comprometer-se, o medo da despedida, o medo da permanência. Depois do “momento” há a fuga, o desengano, porque a presença desejada torna-se, de um momento para o outro, insuportável. Schnitzler tenta desenhar o campo conflitual da atracção e da repulsa erótica, da ligação e do abandono, do desejo e do fastio sem usar a descrição dramática normal para torná-lo transparente nos modos habituais. Inaudita é a exposição do sistema geral e muito habitual da procura recíproca do desejo vagabundo para a satisfação da líbido por sobre todas as fronteiras feitas dos valores tradicionais e das classes sociais. A pergunta filosófica “o que é o amor?” está sempre presente, e a resposta, que percorre todas as cenas mas nunca formulada, é a tristeza de que a promessa criada pelo amor existe antes como esperança e não por natureza. O horrível na Dança de roda está nos gestos do desejo, nas transformações bruscas, na desconstrução das personagens antes muito bem desenhadas. Estas estão na voragem da avidez dos corpos – da escuridão os participantes voltam diferentes, muitas vezes como fugitivos do outro, para a luz. Mas o bonito na Dança de roda é a graciosidade, a simpatia dos indivíduos, a comicidade das atrapalhações deles, a conservação da humanidade gentil, tanto na inflamação provocada pelo desejo, como na lucidez que se lhe segue.

Ficha artística
Tradução: Sara Harriett da Assunçao de Sá Jones
Versão cénica: Elisabeth Schuster e Vintena Vadia
Encenação: Elisabeth Schuster
Cenografia: Al Justo
Desenho de Luz: Rui Azevedo
Música: Pedro Junqueira Maia
Produção: Vintena Vadia

Intérpretes:
Artur Silva
Carla Guedes
Cristina Freitas
Eduardo Teixeira
Giancarlo Pace
Luísa Barbosa
Maria José Gonçalves
Paula Dias
Rui Pena
Virgínia Silva